Casaco Sammydress

29 de Setembro de 2014

Há alguns meses, o pessoal da Sammydress entrou em contato comigo para oferecer uma parceria com o blog. Eu já conhecia o site, mas nunca havia comprado nada por lá. Eles me deixaram à vontade para escolher uma peça e postar o review dela por aqui, e foi assim que acabei criando uma pasta nos meus favoritos porque fiquei louca com a quantidade de roupitchas legais que encontrei hahaha

Embora tenha tabela com todas as medidas para cada ítem lá no site, eu morro de preguiça de me medir dei preferência para roupas com baixa probabilidade de não me servir. Ou seja, nada de sapatos ou leggings, por exemplo. Foquei em camisas e casacos! E, depois de muito sofrer para decidir, meu escolhido foi esse casaquinho.

Casaco levinho dourado de poliéster: minha escolha no Sammydress

Casaco levinho dourado de poliéster: minha escolha no Sammydress

A gente sabe que comprar em site gringo é tomar um chá de cadeira dos Correios por, pelo menos, um mês, né? Quando o site é da China então, eu já faço as contas para 3 meses a frente. Achei que esse casaquinho seria perfeito para dar as boas vindas para a Primavera. Esses furinhos fazem um meio termo entre dar uma agasalhada e deixar entrar um ventinho ao mesmo tempo.

Calça: Forever 21 | Tênis: Cravo & Canela | Casaquinho: Sammydress | Blusa: Century 21

Calça: Forever 21 | Tênis: Cravo & Canela | Casaquinho: Sammydress | Blusa: Century 21

Eu me surpreendi quando ele chegou, pois achei mais bonito do que estava esperando. A qualidade é super boa e ele é bem compridinho e com botões madrepérola, estilo casaco da vovó. Eu amei! As costas são transparente com florzinhas brancas, bem charmoso.

Inacio: exclusividade minha e do papai

Inacio: exclusividade minha e do papai

No site também tem a opção do casaco em preto, mas eu acho que este dourado dá mais destaque para os detalhes do modelo.

Sobre o Sammydress
Comprar por lá é bem simples. Cadastro rapidinho, pagamento com Paypal, escolha de frete mais barato mas que também é mais demorado, aquela coisa toda. Tutoriais de como comprar em site internacional e tabelas de conversão de tamanhos vocês encontram fazendo uma rápida busca na internet, mas o que eu mais achei legal foram os programas de pontos e afiliados. Um deles é o Buyer’s Show, um programa para quem já comprou no Sammydress. Pra quem curte fazer look do dia e fotografar é uma ótima! Você posta os looks usando peças que comprou no site e envia para eles por e-mail os links das postagens com o título “Style on me”. Eles vão analisar a qualidade das fotos e os looks e, se curtirem, podem te dar $100 dólares em roupas, calçados e/ou acessórios por mês pra você montar outros looks. Legal, né?

Fica a dica então para quem quiser se aventurar nas compras internacionais, e, para quem já comprou por lá, tentar participar do Buyer’s Show! :)

Quartinho (Montessoriano) do Inacio

25 de Setembro de 2014

Eu nem me lembro direito quando e como eu cheguei no nome da Maria Montessori, só sei que assim que bati o olho percebi que o método que ela desenvolveu tinha muito a ver com o jeito que eu e o Rafa pensamos em criar o Inacio.

Pra quem não conhece, Maria Montessori foi uma educadora e a primeira mulher italiana diplomada em medicina (lá em 1896!). O método Montessori enfatiza a importância de se criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da criança, capaz de permitir a livre expressão de suas capacidades e estimula a criança a aprender sozinha através das suas experiências. A ideia é dar autonomia, liberdade (com limites) e respeitar o desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas das crianças. O método foi pensado para ser algo fácil de ser seguido por todos, por isso foca em coisas bem simples e quanto mais natural, melhor!

Uma das coisas mais legais que li foi a respeito da preparação da casa, segundo Montessori. Geralmente, o que vemos em quartos de bebê de revista (muitos lindos, por sinal) são quartos decorados, na verdade, para adultos. Montessori defende que um quarto feito para o bebê tem que ser pensado pelos pais como se estivessem no campo de visão do bebê, ou seja: que quadros e imagens estejam na altura do bebê, que tenha liberdade para rolar pra fora da cama (com segurança, é claro) e que tenha livre acesso às suas coisas, por exemplo.

Algumas coisas do método que incorporamos ao quarto do Inacio:
- Quarto espaçoso e composto de poucos móveis;
- Colchão no chão;
- Tudo ao alcance da vista e das mãos;
- Espelho na altura do bebê, para que ele possa se conhecer;
- No armário há uma arara com poucas roupas e ao alcance para que ele possa se vestir sozinho (ainda não chegamos nessa fase, mas já está ali);
- Cantinho da leitura (que é aquela área aberta na estante, onde por enquanto é a casinha do Popeye hehe);
- Os nichos no chão para guardar alguns dos brinquedos.

O resultado?

Caminha no chão e muitas almofadas

Caminha no chão e muitas almofadas

Móvel que mandamos fazer com nichos baixos e sofazinho

Móvel que mandamos fazer com nichos baixos e sofazinho

Cômoda e trocador: esses são meio tradicionais mesmo hehe

Cômoda e trocador: esses são meio tradicionais mesmo hehe

A cama do Inacio é um colchão de berço que colocamos no chão com almofadas, cobertores e tapetinho EVA em volta. Ele dorme ali a noite toda desde os 2 meses de idade, e muitas vezes, pela manhã, encontramos o guri assim:

Rolando, explorando e se divertindo

Rolando e se divertindo

Outra coisa que pesquisamos na época em que ele não interagia muito com brinquedos foram os móbiles. Pedi para minha vó fazer o Gobbi e eu mesma fiz o de Octaedro. Ele não passava hooooras brincando, mas se distraia um pouco.

Móbiles Montessorianos: Gobbi e Octaedro.

Os móbiles: Gobbi e Octaedro.

O espelho ele também adora e fica um tempão se “admirando” (ou admirando o bebê que ele imagina estar preso lá hehe).

Acredito que nenhum método de criação de filho tenha uma garantia de 100% criança feliz, o que existe é o desejo de buscar o melhor. A gente não segue a risca o método Montessori, e acho que ainda temos muito para fazer e ler sobre, mas fazemos o possível para conseguir seguir essa linha de deixar o Inacio mais “solto” para explorar, criar e experimentar as coisas. :)

heart

Separei alguns links para quem ficou curioso ou quer começar aos poucos a adaptar o quartinho e a criação do pequeno para o estilo Montessori:

Para mamães com tempo e alguma habilidade manual:
- Tutorial passo-a-passo (em inglês, mas com muitas fotos) para fazer o móbile Gobbi: Parte I (fazendo as bolinhas) e Parte II (pendurando o móbile)
- Tutorial e molde para fazer o móbile Octaedro: Petit Mondo Montessori (em português) e Little Red Farm (em inglês).
Também tem outros móbiles com tutoriais por aí, é só procurar no Google por “móbile de dançarinos”, “munari mobile” ou “montessori mobile”.

Mais referências de quartos Montessorianos:
Criei um quadro no meu Pinterest só de referências fofas de outros quartos montessorianos, de onde tirei várias ideias legais.

Dicas de sites com atividades, ideias e mais sobre o método:
- Lar Montessori
- How We Montessori

Sobre ser a tal metaformose ambulante

22 de Setembro de 2014

Raul Seixas

Mexer numa colméia? Viajar sem fazer revisão no carro? Ficar perdido no deserto? Que nada. Perigoso mesmo é ter ideias e um blog.

Ao mesmo tempo em que é ótimo compartilhar seus pensamentos aos milhões de bytes internet a fora, isso também quer dizer que eles ficarão gravados em uma memória pública e escancarada para quem quiser vasculhar sua mente ou está chegando agora e pega o trem andando, sem contexto algum. Mesmo que você delete ou edite algum post, sempre vai correr o risco de ter tido sua ideia “printada” ou divulgada viralmente sem controle algum. Na internet, falou, tá falado.

Quer mesmo saber? A gente muda de opinião. Ter seu histórico aberto não altera esse fato, e eu vejo uma coisa muito legal nisso tudo que é a gente poder perceber o quanto evoluiu, o quanto também mudou e o quanto podemos mudar sem que isso seja um problema. Pois é, tão difícil quanto querer mudar de ideia e não conseguir é querer mudar de ideia e simplesmente mudar. É o medo de ser julgado depois por pessoas que não entendem que você tem muito mais personalidade quando assume outra postura diante de x motivos do que quando tapa os ouvidos e bate os pés gritando seus ideais trancados a 7 chaves.

Mas as pessoas não são – e nem devem ser – tão enquadradas assim. A gente atira pedras, morde a língua e se arrepende muito. Apesar de ouvir incansavelmente a frase “Nunca diga nunca!” fala “nunca” pra caralho. É natural, é normal e não é motivo de vergonha, e sim de orgulho. Orgulho de ser quem você é hoje porque foi outra pessoa em outros momentos, e é só assim que conseguimos enxergar valor nas transformações, nossas e dos outros a nossa volta.

Com 13 anos eu dizia que não queria casar e nem ter filhos, e hoje eu tenho um bebê de 6 meses – mas ainda não tenho intenções de subir ao altar. Eu já escrevi aqui no blog que sou a favor da pena de morte e contra o aborto, e hoje penso exatamente o contrário. Eu já disse também que sentia uma vergonha gigante da Malu Magalhães com o Marcelo Camelo e hoje me sinto uma idiota por ter pensado isso porque adoro o casal e já li o quanto ela foi massacrada pela mídia e pelas pessoas na época em que o namoro começou. Vou fazer o que? Apagar os posts? Não, assim como mantenho no blog muitas outras opiniões, hobbies e pessoas que hoje não fazem mais parte da minha vida, mas um dia fizeram, oras. Esta é sua vida, encare-a de frente.

E que nada, nem ninguém, nos impeça de mudar de opinião outra vez, e de questionar as opiniões que nós temos já formadas. Melhor do que gritar “toca Raul!” é prestar atenção no que ele tenta nos dizer há anos. Não existe nada de errado em ser a tal da metamorfose ambulante.

Top 8 versões muito boas de músicas ruins

18 de Setembro de 2014

Música tem muito do momento, né? Tem as para dançar, as para sentir, as para cantar – quase gritando – em roda com a galera, para ouvir enquanto cozinha ou faz faxina, para motivar na hora da corrida, etc. Mesmo assim, a gente sabe que existem músicas muito boas (arranjo e composição) e outras, bem… nem tanto. Para fazerem tanto sucesso, é claro que algo elas tem, pois grudam como um Trident no aparelho fixo, mas a gente SABE que não são graaaandes músicas, né? Daí eu resolvi fazer um Top Top de músicas ruins que foram transformadas em versões bem agradáveis de se ouvir. Confere aí:

8. Jayesslee – Gangnam Style (original: PSY)
Janice e Sonia são um sucesso no YouTube com alto teor de meiguice e fofura em uma só dupla. Mas quem diria que elas conseguiriam fazer uma versão fofa para Gangnam Style?

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7. The Baseballs – Hot ‘n’ Cold (original: Katy Perry)
A versão de The Baseballs faz a gente se sentir o Marty McFly juntando os pais em 1955 numa festinha de high school. Tem até cover deles pro nosso chicletinho do Teló, Ai Se Eu Te Pego. E tem também cover de músicas não tão ruins, como o incrível feito de fazer Chasing Cars não ser uma música mela cueca.

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6. Coeur De Pirate – Umbrella (original: Rihanna feat. Jay Z)
Confesso: eu gosto dessa música. Mas não é o tipo de música que eu curto ouvir em casa, logo de manhã ou enquanto trabalho, por exemplo. Já a fofa da Béatrice Martin transformou o hit dançante da Riri em um conforto pros nossos corações em uma tarde chuvosa. Pega um chá de erva-cidreira, abre o Pinterest na categoria de decoração, faz coraçãozinho com a mão e enjoy!

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5. Ben l’Oncle Soul – I Kissed a Girl (original: Katy Perry)
E parece que a Katy Perry é uma das rainhas de músicas ruins com bons covers hahaha O Ben é bem conhecido por ter feito uma versão de Seven Nation Army nesse estilo soul e tem também uma versão de Barbie Girl, que é inacreditável haha

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4. Travis – Hit Me Baby One More Time (original: Britney Spears)
Eu nunca gostei da Britney. Já Travis é uma banda que nem conheço direito mas, depois desse cover, já considero pacas. :)

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3. The Lost Fingers – Pump Up The Jam (original: Technotronic)
Essa banda é demais! Curto muito os arranjos que eles fazem e o conceito “lost in the 80s”, repaginando clássicos dos anos 80. Essa é minha preferida, mas também tem versão pra Voyage,Voyage, Billie Jean, Careless Whisper e outras.

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2. Noah Guthrie – Sexy and I Know It (original: LMFAO)
Aí você olha e pensa: “hm, um garoto com seu violão” e nem imagina que vai ouvir essa versão INCRÍVEL de Sexy and I Know It. Virei fã! E fiquei impressionada em como eu não presto atenção na letra de músicas de festa, aliás, nem sabia que músicas tipo essa tinham uma letra. Não é que elas existem? O Noah quase foi TOP 1, mas daí…

heart

1. Versão Bossa Nova de Show das Poderosas (original: Anitta)
Isso é um verdadeiro milagre. Ouviria fácil várias vezes seguidas esse cover, coisa que não acontece com a música original. O trio Tiago Galdino, Caio Alves e Gabriela Albuquerque resolveu brincar e olha no que deu. Mereceu o primeiro lugar no meu Top Top.

heart

E vocês, o que acharam? Deixem nos comentários outros bons covers para músicas nem tão boas assim! Além das transformações, é ótimo para conhecer novas bandas. :)

Dica Netflix: Modern Family

11 de Setembro de 2014

Quando colocaram TV a cabo lá em casa (por volta de 1997, talvez?), eu fiquei viciada em Sony e Warner. Eram meus canais preferidos, e só passava os famosos “sitcons”, os seriados de comédia norte-americana. Na época, a Warner passava a tríade Full House, Step by Step e Who’s The Boss? e eu amava e via os 3 em sequência quase que diariamente. Já a Sony tinha Mad About You, Seinfeld e The Nanny, clássicos. Depois comecei a ver o seriado que, por muitos anos, foi meu xodó: Friends. Eu tinha até um site de Friends em época de conexão discada, ou seja, a cada 4 minutos eu tentava subir uma mísera fotinho pra minha galeria de fotos hahaha

Eu demorei a me acostumar com a chegada das séries de 40, 50 minutos. Histórias mais densas, capítulos que terminavam sem uma conclusão, era tudo muito diferente. Aos poucos, os seriados de comédia foram ficando em segundo plano, e os mais novos do gênero eram bobos demais.

Hoje, vivemos uma época em que grandes séries conquistaram um lugar incrível, e, na minha opinião, confrontam violentamente a fase meio decadente do cinema. No meio disso tudo, eu encontrei Modern Family! Um seriado com uma narrativa bem moderna, um núcleo de personagens gigante e que me lembrou os seriados de comédia que eu costumava assistir.

Foi, literalmente, paixão à primeira vista quando assisti a esse episódio, totalmente aleatório, passando na TV:

Achei o roteiro super bem montado, as piadas rápidas e sem risadas gravadas de fundo, e no elenco tem o eterno Al Bundy, de Married With Children (que peguei terminando na minha época de comedinhas da Sony e tá disponível no Netflix também!). Outra coisa é que no meio da história existem depoimentos, uma coisa meio The Office, mas não é por estarem gravando um documentário e sim mais como um canal de comunicação com o espectador: eles falam de segredos, contextualizam algumas piadas, relembram histórias, coisas assim.

Mas Modern Family vai além de cumprir bem seu papel de melhor seriado de comédia – só pra constar, ganhou o Emmy nessa categoria simplesmente todos os anos desde 2010 -, porque ela fala de FAMÍLIA em suas mais variadas formas.

Diversidade

A família que une todos os núcleos é a de Jay (o Al Bundy!), sua filha Claire (Julie Bowen), e seu filho Mitchell (Jesse Tyler Ferguson). Jay é casado com uma mulher colombiana muito mais jovem, a Gloria (Sofía Vergara), e eles vivem com seu filho pré-adolescente, o Manny (Rico Rodriguez).

A Claire forma a família comercial de margarina, tradicionalzona. É casada com Phil (Ty Burrell, melhor personagem!) e tem 3 filhos: a patricinha, a nerd e o caçula pateta. Já Mitchell é casado com Cameron (Eric Stonestreet) e, juntos, adotaram uma bebê vietnamita, a Lily.

Dá pra perceber o tanto de temas que a história aborda? Imigração, casamento homossexual, diferença de idade, adoção e, principalmente, o conceito de que família é aquele grupo de pessoas que brigam, celebram, compartilham, se estressam, se ajudam e, acima de tudo, se amam, independente da sua formação. Eu acho DEMAIS uma série com essas abordagens, que para muitos seriam super polêmicas numa conversa de bar, fazer tanto sucesso assim. E também de uma série de comédia manter a estrutura básica e ainda trazer isso pra gente debater, se quiser. Como disse o ator que faz o Cam, esse não é o principal objetivo da série, porém “through laugh comes change” (através do riso vem a mudança).

Modern Family

No Netflix dá pra assistir as três primeiras temporadas (a série atualmente está em sua sexta temporada) e começar a seguir a rotina dessas famílias fofas, curtindo uma boa comédia!

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