Top 4 Animais Falantes

11 de Maio de 2013

Um dia eu me cadastrei num site chamado Timehop, que pega nossos updates de 1 ano atrás em várias redes sociais (Twitter, Facebook, Flickr, Instagram, Foursquare) e manda como lembrete por e-mail. Não parece tão divertido, mas é muito legal se dar conta de que já faz um ano que você viajou, tirou aquelas fotos, viu aquele vídeo. E também é engraçado (e um pouquinho triste) ver que, por causa da velocidade e da amplitude da internet, muita coisa que compatilhamos acabemos esquecendo, e então quando vemos novamente achamos graça ou nos impressionamos como se fosse a primeira vez. Ou seja, eu acabo me entretendo com o que eu mesma postei ano passado, um auto ciclo de diversão virtual eterna, um Vale a Pena ver de Novo do meu histórico nas redes sociais.

Por isso, eu quis fazer um Top 4 com os vídeos mais divertidos de gatos e cachorros dublados que eu acredito que nunca vão perder a graça, passe o tempo que for. Afinal, sempre vai ter alguém que nunca viu algum deles, né?

Loca, o Pug

Adoro a Loca! Ela é um pug que tem um vida normal, o único detalhe é que ela não consegue correr. Isso por conta de uma disfunção cerebral que afetou a coordenação motora, mas ela nem imagina que exista algo errado nas suas corridas. Apesar de parecer super trágico, ela não corre risco de vida por isso e tem uma família humana e canina super feliz. Uma história de superação estilo Joseph Climber dos pugs haha

Cachorro Falante

Eu quase morro nesses olhinhos apreensivos do pastor alemão que acompanha de maneira tensa a conversa do seu dono. Aham! Aham! Veja a versão original (em inglês) aqui.

Henri, le chat noir

Henri é um gato em crise existencialista. Narrando em francês sua rotina de questionamentos e pensamentos filosóficos, ele não vê sentido em quase nada, se sente incompreendido e tem uma carga dramática quase shakespeariana. Uma interpretação felina digna de Oscar. Os vídeos seguem contando a rotina do Henri aqui e aqui.

Talking Cats

Uma dublagem perfeita de uma D.R de gatos. No fim, o negócio é agir como um gato pra ganhar carinho e talvez alguma recompensa. Do you wanna a treat, cat? Do you wanna a treat?

Quer uma certeza? Ano que vem, ou mais pro futuro, nós ainda iremos rir muito de tudo isso hehe

How i met my brothers

16 de Abril de 2013

Kids, here’s something I wish someone had told me… hahaha PERAÍ, antes que eu comece meu discurso Ted Mosby, primeiro vamos recapitular em que pé estamos. E não se preocupem, este post não levará mais de 8 anos pra ser contado.

Previously on Bruberries’ blog…
Terminei um namoro, comecei outro, saí de casa, morei com a sogra, comprei um apartamento, perdi um cachorro, adotei outro, comecei a comer a clara do ovo, voltei a ter ataques de pânico, comecei terapia e entrei em um relacionamento sério com meu trabalho como autônoma.

Voltando ao post… Mesmo depois de tudo isso, estava eu lá no país das maravilhas dando uma de Alice enquanto um grande segredo de família era mantido. Eu tinha irmãos e não sabia. Eles tinham uma irmã, e sabiam, tinham fotos minhas e votavam em mim nos concursos – e agora sabemos como eu ganhei alguns deles. Um drama bem melhor do que o enredo de Salve Jorge que durou 16 anos de angustia. E foi num dia em que meu pai veio ajudar o Rafael a colocar o rodaforro do apartamento que este drama desabou, em meio a alguns sacos de cimento, um pai chorão e um namorado perplexo com o rodaforro ainda na mão.

E por conta disso, eu, enfim, soube que tinha não um, não dois, mas sim três irmãos. E eles não são trigêmeos.

Foi um misto de raiva, felicidade, arrependimento, saudade e confusão que tomou conta da minha cabeça. Poxa, simplesmente todo mundo da minha família sabia, menos eu. O tempo perdido, o segredo guardado, uma outra vida minha rolando em paralelo sem mim e todas as possibilidades do que já tinha passado na vida que eu conhecia se eu adicionasse mais três elementos. Minha formatura, minha viagem pra Las Vegas, trocar fraldas, trocar brinquedos, ser irmã e ter irmãos. Muita coisa ao mesmo tempo, e a cada vez que eu ia pro banho, aquele momento em que eu ficava só com as gotas do chuveiro e meus pensamentos, era como se eu encarnasse Sherlock Holmes e juntasse vários pedaços e situações dos meus 25 anos que só agora faziam sentido, ao mesmo tempo em que mil outras dúvidas surgiam.

Mas essas dúvidas e pensamentos não serviam pra nada. Quem sabia o que, o que poderia ter sido, mas como, por quê? O que passou, passou e ali começou uma nova fase da minha vida. Como num passe de mágica, todos nós nos adaptamos muito bem à tudo isso, e em menos de um mês era como se tivéssemos nos conhecido a vida inteira. A não ser pelo fato de que, bem, não foi.

E tem gente que ainda não entende porquê considero meu blog um blog pessoal. Eu podia tá matando, eu podia tá roubando, eu podia tá fazendo minha janta. Mas não, tô aqui contando uma história bem íntima da minha vida, que, inevitavelmente, expõe mais pessoas. Simplesmente porque essa é minha vida, esse é meu clube, e esse não é um post pago da Nextel.

Sei lá. Se acontecem todas essas coisas comigo e com elas eu aprendo, rio e choro, por que não dividir com quem quer que seja? Entretenimento barato essa tal de vida.

Mas gente… sinto que meus posts estão começando a ficar meio Especial Roberto Carlos: uma vez por ano e se chorei ou se sofri, Jesus Cristo eu estou aqui. Como já virou praxe finalizar post com uma promessa, eu prometo que ainda esse mês tem layout novo e um blog mais atualizado! Sem mais ~mimimi vcs não acreditam no que aconteceu cmg amgs~ ME COBREM!

Retrospectiva Whatever – Parte II

11 de Setembro de 2012

Reza a lenda que para cada 1 ano humano, minha vida avança 5 anos.

Depois de tudo que aconteceu na Retrospectiva Whatever, eu jamais imaginava que ainda ia passar por outras várias experiências e surpresas.

A começar pelo sonho da casa própria. Eu e o Rafa esperamos quase 1 ano para nos mudarmos para o apartamento que compramos em maio de 2011. Nesse meio tempo, morei com a minha sogra e meus dois cunhados na zona norte de Porto Alegre, uma área que, assim como a cozinha, era um mundo obscuro que eu não sabia onde existia. Diante das adaptações de viver em uma casa com mais do que duas pessoas, como eu estava acostumada, deixei de lado algumas frescuras. Entre outras coisas, passei a comer a clara do ovo e vi como era ter uma criança de 10 anos na minha vida. Gostei! Tive companhia para ficar na fila do último Harry Potter por uma hora e meia e me dei conta de que algumas coisas a gente tem que deixar para trás, se não aos 10 anos, pelo menos bem antes dos 26.

No campo profissional, o meu primeiro projeto de ser freelance não foi levado a sério o suficiente por mim, e na metade do ano percebi que R$ 200 não dava pra pagar meu financiamento. Pensei em começar a vender as claras dos ovos. E a criança de 10 anos. Mas tive que enfrentar a realidade e procurar um emprego. Demorei apenas 2 meses para confirmar que não consigo ter um trabalho convencional dentro de uma empresa. Parece errado e inconsequente falar isso, mas o que eu vou fazer? O mundo mudou e talvez isso não seja um problema, e sim uma tendência, o futuro, a geração delta do caralho a quatro.

Me foquei em tentar meu segundo projeto para ser freelance. Criei planilhas no Excell e agora ninguém me segura. Tenho até um gráfico, hihi! Reformulei totalmente meu portfolio, comecei a postar por lá dicas de design, criei todo um método de trabalho e fiz parcerias. Quem não está levando a sério agora, hã? Chupa essa manga… Bruna!

E aí começou um novo ano, e em janeiro nos mudamos finalmente! Começou com dias de reforma, internet meia boca e sem pia para lavar a louça que também não tínhamos. Depois foram semanas para a cozinha sob medida vir com as medidas certas. Ao todo foram 5 tentativas. CINCO! Mas em cada uma delas, um pedacinho da cozinha ficava aqui. E aí vieram os meses sem armário e sem TV, mas agora a maioria das coisas já está no seu devido lugar!

Em fevereiro, ganhamos uma roomate canina! haha A Moca, em homenagem à deliciosa variedade de café, já tinha 3 meses e muitas histórias para contar – isso se ela falasse, claro. Apesar de cachorros serem fofinhos, me arrependi de ter adotado ela no momento em que vi a decoração dos meus sonhos indo por água abaixo. A Moca destruiu sapatilhas, meias, canetas, rolos de papel higiênico, jornais mijados, sacos de lixo, um sofá (que não aceitaram nem como DOAÇÃO, tamanho foi o estrago), uma mala novinha, comeu cupcakes, subiu no ar condicionado do lado de fora da janela, fez xixi na cama, vomitou no meu pijama. Agora? Jamais me separaria dela.

Tudo estava indo bem, porém depois de não ter conseguido chegar num encontro de Blythes na grande Porto Alegre porque tive um ataque de pânico dentro do trem, aceitei que precisava de ajuda. Não foi só esse dia do encontro, mas muitas outras vezes que tive que voltar pra casa, pedir pro meu pai me buscar, ou simplesmente deixar de sair. Essa história de viajar no tempo e acelerar os anos definitivamente tinha mexido com a minha ansiedade. Comecei o que de melhor poderia ter acontecido: psicoterapia e acompahamento psiquiátrico. Demorei pra entender que eu não era uma derrotada por isso e que tentar controlar a minha mente para melhorar sozinha é uma ilusão. Vejo o quanto meu tratamento me ajuda, embora eu tenha começado jurando que ninguém ia saber mais do que eu mesma sobre questões da minha vida que eu já tinha analisado por tantas vezes. Ajuda mesmo.

Apesar de tudo isso já dar um post e tanto, foi o que aconteceu semanas antes do Natal do ano passado que mudou minha vida. Minha história até então, e meu futuro a partir dali. Em poucos minutos, tive que alterar meu perfil de filha única para irmã mais velha de 4 irmãos. Sabe aquela história que renderia bons frutos em um programa da Ana Maria Braga? Pois é. Mas isso é história pro próximo post.

Zaxy Fashion Film

21 de Novembro de 2011

Esse ano, a marca de calçados Grendene em parceria com a MM Conteúdo criou uma ação super bacana com blogueiras e meninas influentes na internet para promover a coleção de Verão 2012 da Zaxy.

Não conhece a Zaxy? É aquela marca que tem modelos bem parecidos com a Melissa, considerada sua “prima”, mas com preços mais acessíveis. Com apenas três anos de mercado, a Zaxy da Grendene é um sucesso entre as garotas. Sempre conectada nas tendências de moda, os lançamentos da linha são coloridos e confortáveis.

Foram selecionadas 40 meninas (de 4 capitais diferentes – São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife – sendo 10 meninas de cada capital) para fazer um ensaio fotográfico e um editorial em movimento, conhecido como Fashion Film, com os calçados da Zaxy! E adivinhem só? Uma das gurias de Porto Alegre sou eu!

Cada menina recebeu um sapato da Zaxy e tinha que montar um look para o dia da gravação, e cada cidade tinha o seu modelo de sapato. O de Porto Alegre foi uma sapatilha azul marinho flocada com um detalhe dourado na frente, um amor! Confiram o look que eu montei com ela:

Sapatilha Zaxy

Macacão xadrez

Detalhe macacão

Unhas

A ação aproveita também para mostramos nossas cidades como pano de fundo. E bota pano de fundo nisso! Cada uma das selecionadas tinha que escolher uma locação para filmar, e os cenários ficaram lindíssimos. Eu escolhi o Brique da Redenção, um lugar super tradicional de Porto Alegre nos domingos, e que representa super bem a cidade!

Como se não bastasse ganhar a chance de ser modelo por um dia, as blogueiras mais votadas de cada cidade vão ganhar um editorial na revista Gloss! GENTE, já pensou?? Demais né?

Vocês me ajudam a ser a gaúcha vencedora?

Esse é o MEU LINK. Cada pessoa pode votar apenas duas vezes: uma pelo Twitter, e outra pelo Facebook. Eu vou ficar muuuito feliz se ganhar o ensaio na Gloss!

E quem pensa que a ação para por aí? Ainda tem a vencedora nacional da segunda etapa, que vai levar um Kit Trend Hunter: uma câmera fotográfica semi profissional e um iPad. Um sonho! Bora votar galera! A votação começa hoje lá no site da ZAXY e vai até segunda-feira que vem!

Equipe super bacana que realizou a ação: Fê Jesus (MM Conteúdo), Mauren Motta (MM Conteúdo), Andy Marshall (fotógrafo) e Mateus Philippi (cinegrafista)

TimeHairLine

14 de Outubro de 2011

Já ouvi dizer que quando uma mulher muda de fase na vida, ela também adora mudar de cabelo. Pois bem, como vocês estão acompanhando minha vida mutante de um ano pra cá, achei que seria engraçado fazer a linha do tempo com meus novos cortes. Sim, fiz #aloka e aloprei no meu cabelo durante todo esse tempo, fazendo pessoas rirem na rua e outras chorarem em casa. Mas o importante é que eu gostei, todas as vezes. Aproveitando que timelines estão mais em alta do que nunca, fiz uma da minha vida capilar. Vamos acompanhar!


Clica pra ver maior!

Começa em agosto de 2010, quando eu estava com um cabelo comprido e sem corte, pensando em me atirar na 23 de maio haha Olhando agora, penso “pobre coitada”. Parecia abatida e sem graça, até que em setembro decidi mandar embora 2/3 daqueles fios. Ficou um corte meio argentino, com uma cachopinha e os fios bem desfiados, mas longos, até o ombro. Como meu cabelo cresce rápido, em outubro ele já estava com um aspecto mais normal de novo. Aí em dezembro, não sei o que me deu (acho que foi o calor de Forno verão Alegre) que cortei meu cabelo bem mais curtinho. Uma franja que não integrou muito bem com o corte, que era desfiado com duas vírgulas sobrando na nuca, uma vibe meio Magali.

O verão passou e meu cabelo cresceu (não achei fotos boas pra colocar nesse meio tempo), aí eu decidi que só cortar já tava ficando manjado, e eu queria mesmo era um ombré hair. Peguei umas inspirações de cabelo e postei aqui pedindo opiniões. Não sei se o resultado foi o que eu imaginava, mas bastante gente elogiou e eu achei que ficou legal, diferente. Dessa vez, a franja foi cortada acompanhando o resto do cabelo, achei melhor. Aí esse cabelo cresceu e eu fiquei com uma franja super longa, passando o meu queixo. Achei bonito, mas dava muito trabalho pois ficava caindo, consequentemente eu ficava arrumando toda hora e acabava oleosa no final do dia. Outra coisa é que o cabelo desfiado quando cresce, como está em pouca quantidade, começa a parecer uma galinha depenada, e aí estamos nós, em setembro de 2011. Comecei a me irritar muito com esse cabelo “comprido”.

Sabia que queria cortar, mas nem sabia direito como. Ganhei um corte da HeadHunters e deixei nas mãos do Giovani o que seria do meu cabelo! haha Cortei mais do que nunca, e comecei a confirmar uma teoria que eu já estava desconfiando: cortar o cabelo vicia. Quanto mais você corta, mais quer cortar. Ganhei o apelido de Justin Bieber, minha mãe disse que eu parecia o Piu-Piu, mas depois todos disseram que foi o melhor corte até agora.

Vendo a minha TimeHairLine aí em cima, não consigo mais me imaginar com o cabelo comprido. Mas quando ele era comprido, também nunca poderia prever que eu algum dia iria cortar tão curto. Aí fica a questão: Quem um dia irá dizer que existe razão pras coisas feitas dentro de um salão? E quem irá dizer que não existe razão?

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