
No último domingo (02.06), estreiou o primeiro capítulo da 3ª temporada de The Killing, série que eu conheci no Netflix mês passado.
Essa série é baseada numa série dramática dinamarquesa chamada Forbrydelsen. A versão americana tem 2 temporadas de 13 episódios (as 2 disponíveis do Netflix!) com a história do assassinato da adolescente Rosie Larsen, sendo cada episódio equivalente a 1 dia.
Diferente de outras várias séries de suspense e crime que eu acompanho, The Killing, além de focar na investigação do caso de assassinato, também tem espaço para o luto e as consequências que o caso teve na vida da família da Rosie e em outras pessoas que faziam parte do seu círculo social.
Foi a única vez em que eu realmente pude sentir a dor da perda através de um seriado, e sofrer junto com os personagens. É tudo muito real e intenso. Os atores estão todos muito bem em seus papéis (não conhecia nenhum deles!) e a história é bem feita, cheia de reviravoltas e toda redondinha.
Pra quem curte seriado com muita ação, talvez não seja recomendado. A investigação é longa, e, apesar de eu achar que cada capítulo acaba com um super gostinho de quero mais e uma batucada de fundo que instiga muito, vale lembrar que são duas temporadas inteiras sobre o mesmo tema, e para alguns isso pode ser considerado cansativo.
Como eu já disse, a história é meio down, então evite começar a ver caso você esteja de TPM ou num dia deprê. Eu, mesmo acostumada com séries fortes e estando de bem com a vida, acabei a segunda temporada e passei uma meia hora chorando descontroladamente. Sou sensível, ok? #soudessas
Se interessou? Assista o trailer!










































