Show das Cartas!

22 de January de 2009

Vocês podem não notar um número muito expressivo de comentários aqui no blog, mas a verdade é que eu recebo centenas de cartas por mês de leitores do Bruberries. O que acontece é que elas são muitas mesmo, então eu sempre peço pro meu assessor, o Sr. Bolinha, sortear apenas duas para que eu possa realmente ler e responder pessoalmente. As outras o próprio Sr. Bolinha se encarrega de carimbar com minha assinatura e enviar com uma bala juquinha.

E hoje, venho anunciar pra vocês as duas felizardas que tiveram suas cartinhas lidas e receberão uma resposta verdadeira. São elas: Angélica Melo, a noivinha de São Paulo, e Lorena Ferrari, a formanda de Minas Gerais. Parabéns, meninas! Adorei as cartinhas, foram muito tocantes e fofas, muito obrigada! Em breve vocês estarão recebendo na sua casa a minha resposta e alguns brindes que a produção adora desovar.

Sr. Bolinha dando um conféris nas cartas

Fiquem ligados para os próximos sorteios e continuem mandando cartinhas! Eu guardo todas elas com muito carinho numa grande e ampla piscina vazia aqui em casa.

O dia em que eu quase virei lésbica

13 de January de 2009

Daí eu fui toda felizona fazer um teste que mede o seu nível de masculinidade e feminilidade no corpitcho. O negócio funciona mais ou menos assim: quanto mais perto de zero, maior seu nível cabra macho; quanto mais longe de 180 pontos, mais meninota. Eu sei, quase todo mundo sabe da inutilidade desses tipos de testes, mas mesmo assim ficam esfregando seu nível de QI na cara dos outros e usando avatar no MSN do resultado que deu no teste “Qual personagem de videogame alcoólatra, homossexual e japonês você é?”.

A questão toda é: meu teste deu 40 pontos. Eu sou um homenzinho de saias. It’s a boy! É isso aí, já diria minha amiga Ana Carolina, que deve ter tido um resultado semelhante. Tudo bem que, pelos critérios do teste, mulheres devem ser bobas, sensíveis e atrapalhadas, enquanto homens são racionais, frios e calculistas. Mas vamos recapitular…

1 – eu nunca gostei de bonecas;
2 – jogava futebol de latinha de refri no recreio do colégio;
3 – eu era a única menina a beber cerveja e jogar nas noites boêmias de poker com os guris;
4 – eu odiei saias e vestidos durante muito tempo da minha vida, e até hoje só consigo me sentir bem usando isso na praia ou em alguma situação especial;
5 – meu pai sempre me chamou de pipi (?!);
6 – me irrito horrores com mulheres;
7 – cozinha é um lugar obscuro pra mim, e, na minha cabeça, roupas se lavam sozinhas;
8 – sempre me chamaram pra abrir latas de pepino e levar as compras mais pesadas;

Cheguei a comentar com meu namorado que, perto de mim, ele é quase uma flor. Fiquei indignada por ter alma de homem mas ter que depilar e mestruar. Repassei as atrizes mais gatinhas. Daí eu refiz o teste e deu 310 pontos. Esqueça tudo o que leu até aqui. I’m every woman, it’s all in meeee

A teoria sobre os dinossauros

10 de January de 2009

É, eu tenho uma teoria antiga. Ela foi baseada em nada cientificamente comprovado e não vai nos levar a lugar algum, mas ainda assim é uma teoria.

A teoria dos dinossauros. Num verão, eu e uma grande amiga minha viramos a noite conversando sobre assuntos aleatórios, que iniciaram com o sorvete de cereja da Gelfs, passaram pelo Telecurso 2000 e só acabaram quando começou o Mais Você.

Conversamos sobre acreditar que há vida em outros planetas, e que ela não necessariamente precisa ser algo próximo dos homens. Afinal, por quê a gente sempre pensa e vê representado o ET com dois braços, duas pernas e apenas algumas diferenças no formato da cabeça, cor de pele e olhos? Um ser extraterrestre poderia muito bem ser uma simples lagartixa, uma lhama ou – por quê não – um dinossauro?

Pensando que dinossauros poderiam ser ET’s, seguimos com a história de que eles poderiam ter vindo para a Terra (como, eu ainda não sei, mas isso é apenas um detalhe, ok?) e ficado aqui por algum tempo. Porém, com as alterações climáticas do nosso planeta e com suas evoluções, os dinossauros não resistiram e acabaram extintos.

Então aquelas coisas medonhas, enormes e bizarras seriam apenas seres extraterrestres que não se adaptaram ao nosso planeta. Uhum… faz sentido sim, eu sei que faz. E a Mallu Magalhães provavelmente concorda comigo.

É, é isso!

Critiquem! Me idolatrem! Sue me, Família Dinossauro!

Mal de parkinson depilatório

7 de January de 2009

Eu já falei sobre depilação aqui, e continuo me depilando com cera com a mesma pessoa. Porém, ah porém, às vezes surgem aqueles imprevistos. Um convite inesperado para uma piscina, e você tá lá, beirando o chewbacca. Bate aquele leve desespero, e o que acontece? Um buraco luminoso abre no céu e aparece uma gilette flutuante com raios dourados na sua frente. É o milagre da vida, o fim dos pêlos. Oremos para Santa Lisa de Deus.

Tudo seria uma boa saída se eu não tivesse um pequeno problema de coordenação motora com as minhas mãos. Talvez seja por excesso de culpa, já que todos sabemos que usar a gilette é algo feio, bobo e recriminado pela Igreja Católica, pois mutila os pêlos ao invés de retirá-los pela raíz. Então, acontece o temido: eu sempre me corto. Sempre. Ou é na parte da frente da canela, ou do lado no tornozelo. Aí eu descubro que aquela luz que abriu não era do céu e sim do inferno, porque nunca é um simples corte. Não, é sempre algo que nunca mais pára de sangrar. Mas isso acontece na primeira perna e eu ainda tenho a outra (e agradeço por isso, mas…) pra depilar, dando início à difícil tarefa de conter o jorro incrível de sangue de um lado enquanto depilo o outro.

Quando acabo, saio do banheiro para o quarto, deixando um rastro de sangue tipo soldado voltando da guerra. Se alguém perguntar o que houve, não gosto de admitir que sofro de mal de parkinson depilatório e respondo “nada”, o que só agrava a situação. E menos de cinco minutos, mais de 10 pessoas estão batendo na porta e tem uma sirene de ambulância no portão. Eu continuo sangrando por horas, e então resolvo que o melhor a fazer é simplesmente vestir uma calça para sempre e jamais me relacionar com alguém que tenha piscina em casa.

Ok, pode não ser bem assim, vai… mas é incrível como sangra aquele porcaria de corte.

Top 5 Famosos BFF

3 de January de 2009

Quem nunca sonhou ser melhor amigo do seu artista preferido que lance o primeiro mouse. Aquele famoso que a gente sabe até qual a cor preferida de calcinha, mas ele nem imagina que a gente sabe isso. Que se a gente visse na rua, ia tratar como um velho conhecido, mas isso nunca acontece… a não ser que você more no aeroporto, claro. Ou no Rio. Eu consegui lembrar de famosos o suficiente para serem meus miguxos do S2, carne e unha mesmo, e montar o Top 5 Best Friends Forever.

1. Woody Allen


Por tudo que já falei sobre ele aqui no blog, acho que não preciso dar grandes satisfações. Woody seria meu melhor amigo de todos os tempos *insira aqui um gif cegante com muito glitter e palavras miguxas*

2. Wagner Moura


Além de ótimo ator, o Wagner é muito gente boa. Afinal, quem mais seria cantor numa banda de rock brega? Eu e Wagner poderíamos entrar noite adentro cantando Odair José na varanda. Ligaríamos bêbados para o Lázaro Ramos huhu ai, esse Wagner sapecão..

3. Anne Hathaway


Seria o encontro de duas almas perdidas no mundo. Nos tornaríamos amigas ao reconhecer nossos rostos familiares numa loja Bloomingdale’s. Começaríamos a conversar sobre nossa incrível semelhança e descobriríamos diversas outras coisas em comum, como adorar a Audrey Hepburn, por exemplo. Poderíamos trocar de lugar em várias ocasiões, inclusive algumas premieres. Seria MARA!

4. Steve Carell


Steve é o cara perfeito pra ser meu melhor amigo. Ele não precisa fazer caras e bocas, não precisa contar piadas a cada meio minuto, não precisa fazer nada, na verdade, pra ser engraçado. Ele simplesmente é! Ele solta uma piadinha, fica com aquela cara de banana e depois dá uma risadinha sem graça. Steve Carell, ladies and gentlemen!

5. Brad Pitt


Porque todo mundo precisa ter um amigo colírio. Até mesmo pra ter alguma credibilidade perante a sociedade. Seria aquele amigo que todas as suas amigas morrem de inveja, e você diz “o que, o Brad? crescemos juntos… tomando banho de piscina, nos cumprimentando com tapinhas na bunda… imagine só que o sonho da mãe dele era nos ver casados! mas somos apenas bons amigos…”.

Ok, podem me chamar de louca agora.